Lampião que nos desculpe, mas hoje trocamos a Rota do Cangaço e a Grota do Angico pela "rota" da varanda da pousada. Decidimos que o esporte oficial do dia seria descansar e apenas apreciar a vista, afinal, Piranhas do alto parece uma pintura.
A cidade tem aquela energia única de "cidade presépio", com o casario colorido subindo a encosta e o Velho Chico logo ali embaixo, vigiando tudo. É o cenário perfeito para quem gosta de história, já que a cidade respira a era do cangaço, mas com aquele charme de quem sabe receber bem um turista.
Ficamos lá de cima apreciando a vista e tirando fotos. Quando a fome bateu, descemos para comer. Almoçamos pizza, porque se tem uma coisa que combina com preguiça e cansaço, é uma boa massa. Depois, fomos turistar no modo "slow motion".
Fomos até a antiga estação ferroviária, onde hoje encontra-se a feira de artesanato. Com as lembrancinhas compradas, seguimos nossa caminhada.
Passamos pela Igreja de N.S. da Saúde, mas não conseguimos entrar porque fechou as portas quando estávamos nos aproximando.
Seguimos caminhando e fotografando a arquitetura do local.
Se essa viagem tivesse um patrocínio, seria de uma plantação de açaí, porque a menina não parou! Ela jurou que o açaí de Aracaju foi o melhor da vida, mas esse de Piranhas serviu muito bem como "açaí de despedida" de Alagoas.
Demos aquela última volta pelo centrinho, nos despedimos das luzes e do calor de Alagoas e agora é hora de organizar a bagunça. Amanhã o asfalto nos espera de volta a Aracaju.













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