Em Janeiro fomos passar as férias em Aracaju, a cidade que não tem a pressa das metrópoles, nem o silêncio absoluto das vilas esquecidas. Ela é uma cidade-brisa, que se desenrola entre o abraço doce do rio e o beijo salgado do mar.
Além de Aracaju, passamos alguns dias em Piranhas, o coração de Pedra. Juntas, elas compõem o retrato de um Nordeste que transita entre o horizonte infinito do mar e o cânion profundo da história.
Em breve aqui no blog.

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