15 de janeiro de 2026

ARACAJU - A TERRA DO CAJU E DA MARATONA NA POUSADA

Prepare o coração (e as canelas), porque finalmente desembarcamos em solo Sergipano! Mas o nosso primeiro capítulo em Aracaju parece mais um episódio de "maratona noturna na pousada" do que um check-in de férias.

Bora conferir!


A CHEGADA:
Desembarcamos naquele horário em que o cérebro já está operando em modo de economia de energia - no pique "zumbi de filme" - à uma da manhã. Nem a câmera conseguia fazer o foco.


Sorte que o táxi foi tão rápido que mal deu tempo de ensaiar o "oxe". Mas o que economizamos no trajeto, eu compensei em degraus. Estávamos cansados, doidos para mergulhar nos lençóis e acordar cedinho no dia seguinte, só que a pousada resolveu nos receber com uma "festa surpresa" no estilo "caça ao tesouro", onde o tesouro era o básico para a sobrevivência humana.


O DESERTO GELADO:
A primeira surpresa veio ao abrimos o frigobar. O deserto do Saara teria mais umidade. Estava tão vazio que dava até eco. Lá se foram Sr. Dias e Bia, os exploradores da madrugada, até a recepção em uma expedição em busca de água mineral.


A SAGA DAS TOALHAS:
Éramos três pessoas - a matemática é simples: 1 + 1 + 1 = 3. Mas, para a pousada, a conta parou no 2. Lá fui eu, pela primeira vez, fazer uma visita social ao recepcionista para garantir que não precisássemos fazer "pedra, papel e tesoura" para ver quem iria dividir a toalha, até porque ela era tão fina, que eu acho que não aguentaria duas pessoas tentando usa-la.

E aqui a viagem ganha seu primeiro momento "como assim?". Descobri, por acaso, que a pousada não trabalha com toalhas de rosto. Sim, segundo o recepcionista, aquilo que possivelmente seria uma toalha de rosto, na verdade, era um tapete.

Oi? Eu fiquei encarando o recepcionista tentando entender. Será que eu estava com jet lag? Subi incrédula, mas aceitei o destino. O problema? O tal "tapete-disfarçado-de-toalha-de-rosto" também não estava no banheiro! Tive que descer de novo. 


O MISTÉRIO DO COBERTOR SUMIDO:
Sr. Dias já estava quase roncando em Sergipano quando percebemos o toque final: o quarto estava equipado apenas com aquele lençolzinho "de papel" que mal cobre o dedão do pé. Para quem veio do Rio, o ar-condicionado de hotel costuma transformar o quarto no cenário do filme Frozen em cinco minutos. E lá fui eu, pela terceira vez, em mais uma peregrinação até a recepção. Nessa altura, o recepcionista já devia estar achando que eu estava descendo só para bater papo.


Resumo da ópera: Fiz mais cardio subindo e descendo aquele hotel do que em todo o ano de 2025. No fim das contas, a gente não sabe se dormiu de cansaço ou de exaustão da "maratona da recepção". 😏


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