11 de março de 2026

NOSTALGIA NO ÚLTIMO DIA DE VIAGEM

** DIA 31 DE JULHO DE 2025 ** 

Nosso último dia de viagem chegou e, para fechar com chave de ouro, nossa primeira parada foi em um destino que já fazia parte da nossa história: o Parque Floresta Encantada.


A última vez que pisamos ali foi em 2013. A Bia era apenas uma "mini-Bia", e o mundo parecia bem maior aos olhos dela. Doze anos se passaram e, ao cruzarmos o portão, a surpresa: o parque continua praticamente o mesmo! É como se as casinhas de contos de fadas tivessem feito um pacto de conservação eterna, esperando a gente voltar.

O Sr. Dias, sempre com ótimas ideias, num surto de nostalgia disse: "Vamos refazer as fotos daquela época!"

E aí a diversão começou de verdade. Tentar reproduzir as mesmas poses, nos mesmos ângulos, depois de 12 anos, rendeu momentos hilários:


Em 2013, a Bia era uma miniatura que cabia confortavelmente no colo. Atualmente, seu crescimento tornou essa logística um tanto... complexa.

Aquela janelinha que em 2013 sobrava espaço, agora virou um desafio de ergonomia! 

Comparar a carinha de bebê da Bia com a versão 2025 no mesmo cenário foi um misto de: apertar o coração (de como o tempo voa), e satisfação (de como a gente continua com o mesmo espírito aventureiro).


O Sr. Dias levou a sério a missão de "diretor de fotografia", garantindo que cada detalhe das fotos originais fosse respeitado, na medida do possível, claro.


Tivemos que usar toda a nossa criatividade para recriar os ângulos. Foi um festival de "chega um pouco para o lado", "tenta agachar para parecer menor" e muitas risadas. O tempo passa, a Bia cresce, mas a nossa capacidade de pagar mico em família permanece intacta e maravilhosa!


Foi um daqueles momentos raros onde a gente percebe que, embora o parque não tenha mudado muita coisa, nós mudamos!

Saímos da Floresta Encantada com a alma leve, os celulares cheios de fotos "antes e depois" e a certeza de que a melhor parte de viajar em família é construir essas camadas de memórias sobre o mesmo lugar.


Depois de quase deslocarmos as costas tentando recriar as fotos da Bia no colo, nada como uma dose cavalar de açúcar e magia para recuperar as energias


SPINASSI: O AQUECIMENTO
A parada na Spinassi foi estratégica (e irresistível). Afinal, quem resiste a um chocolate em Campos do Jordão? É praticamente a lei local! Entramos para garantir o estoque, já que a loja fica estrategicamente "colada" no nosso próximo destino.



RESTAURANTE 3 VARINHAS: O RETORNO
A Bia, nossa bruxinha oficial e fã de carteirinha de Harry Potter, não deixou passar: tínhamos que voltar ao 3 Varinhas.


2022 vs. 2025: Da última vez que estivemos lá, o lugar estava mais badalado que o Baile de Inverno! Reservas disputadas, cronômetro na mesa e aquela agitação. Hoje o cenário era bem diferente. Apenas a nossa mesa e mais uma, em um silêncio que nem o feitiço Silencio conseguiria explicar.


Cadê o figurino?: A magia parece ter ficado no guarda-roupa. Se antes havia funcionários a caráter, desta vez parecia que os bruxos tinham tirado folga e deixado os trouxas (nós!) no comando.


Mesmo sem o "show" completo e com esse ar de que a magia está dando uma descansada, a Bia adorou o retorno. No fim das contas, estar lá novamente já é um portal para as memórias de 2022.

Às vezes, o silêncio de um lugar vazio é o que a gente precisa para curtir o momento em família sem pressa, né?




PRANA PARK: A REVANCHE DA TIROLESA
Se em 2022 o Sr. Dias reinou sozinho na tirolesa enquanto a Bia olhava de longe com aquele frio na barriga, 2025 chegou para mudar o roteiro. O destino final da nossa viagem foi o Prana Park, e a Bia estava decidida: o medo ficou no passado!



Desta vez fomos todos! Eu e a Bia descemos juntas, encarando 1 km de extensão e 150 m de altura com o vento no rosto.

Logo atrás, o Sr. Dias desceu sozinho, provavelmente orgulhoso da coragem da nossa "pequena" que cresceu (e que agora voa!).

E se é para descer, que seja para o mundo ver (ou pelo menos para o nosso arquivo de memórias)! Contratamos um drone para filmar cada segundo da nossa descida. Nada de filmagem tremida de celular; tivemos direito a ângulos dignos de um filme do Tom Cruise.



O GRAND FINALE: BALANÇO E POR DO SOL
Depois da adrenalina lá no alto, o corpo pediu uma pausa. Fomos para o balanço, aquele momento clássico de contemplação que o Prana proporciona.



Ficamos ali, balançando sem pressa, até que o céu resolveu dar o seu próprio show. O pôr do sol em Campos do Jordão apareceu para dizer "até logo", pintando o horizonte e encerrando a nossa viagem da maneira mais poética possível.







Que encerramento perfeito! De fotos antigas recriadas, drones nos perseguindo pela tirolesa e um por do sol magnífico. Essa viagem foi um verdadeiro mix de nostalgia e novas aventuras!


9 de março de 2026

MISSÃO CUMPRIDA: JARDIM DOS PINHAIS ECCO PARQUE E RESTAURANTE ARCO-ÍRIS - SANTO ANTÔNIO DO PINHAL

 ** CONTINUAÇÃO DO DIA 30 DE JULHO DE 2025 **

Sabe aquele lugar que você namora pelo Instagram há anos? Pois é. O Jardim dos Pinhais Ecco Parque estava na nossa lista de desejos desde a viagem de 2022 para Campos do Jordão. Naquela época, Santo Antônio ficou só na vontade, mas dessa vez... ah, dessa vez a gente veio com tudo!

Depois daquele café da manhã "estratégico" (onde eu e o Sr. Dias tivemos que dividir cada gota de café como se fosse ouro líquido), partimos para lá!

O lugar é um lindinho elevado à décima potência. É aquele tipo de parque que faz você se sentir dentro de um quadro.


O cartão de memória da câmera que lute! Se o parque é lindinho, a gente vira fotogênico por insistência. Foram muitas fotos. Cada cantinho era um flash, um suspiro e uma pose. Foram tantos cliques que se a gente postar tudo, isso aqui vai virar um catálogo de botânica.



Caminhamos por jardins inspirados em paisagens do mundo inteiro. Tinha de tudo: jardm Japonês, jardim Italiano, jardim Canadense, flora exótica, trilhas guiadas e aquele cheirinho de natureza.





DINOSSAUROS: O setor dos dinossauros é aquele cantinho do parque que desperta a criança interior até de quem já passou dos 40...


A Bia pode não ser mais aquela criancinha que corre gritando "Dino!", mas o carisma daqueles bichinhos de pedra é irresistível.




Foi sessão de fotos no melhor estilo "National Geographic": Em vez de fotos fofinhas, o que tivemos foram fotos divertidas e épicas! Teve pose de "socorro, ele mordeu meu braço!", teve encarada com o Velociraptor e, claro, o Sr. Dias entrando na onda e quase levando uma mordida no bumbum para garantir o álbum da família mais corajosa de Santo Antônio.



O legal do Jardim Jurássico é justamente esse contraste: o cenário é todo arrumadinho e bucólico, e de repente... um T-Rex (de um braço só) surge no meio das plantas exóticas! 



RESTAURANTE ARCO-ÍRIS:
Depois de gastar toda a energia (e quase toda a bateria do celular) no parque, a fome bateu com força. E como o destino ajuda quem planeja, caímos direto no Restaurante Arco-Íris, que fica ali coladinho Ecco Parque.


Sabe aquelas descobertas online que dão muito certo? O lugar é um espetáculo de beleza e aconchego. Ele não é apenas um restaurante, é praticamente um portal para o paraíso (com trilha sonora de luxo inclusa!) 

Imagine o cenário: um lago de 3.000 m² cercado por ciprestes imponentes que fazem a gente se sentir em um filme europeu. 


Agora acrescente um saxofonista tocando na beira desse lago, enquanto a gente degusta uma truta MA-RA-VI-LHO-SA!


Parece que os astros (e a agenda do restaurante) se alinharam perfeitamente! Escolhemos o dia exato, o único da semana, em que o lago do Restaurante Arco-Íris ganha uma trilha sonora digna de filme. Talvéz o destino estivesse mesmo querendo nos mimar depois da gélida madrugada em nosso chalé com crise de identidade.


Chegamos no restaurante e nosso maior dilema era escolher entre almoçar ao lado da cachoeira ou à beira do lago. É o tipo de "problema" que a gente quer ter todo dia, né? Escolhemos o meio termo. Ficamos em uma mesa onde conseguíamos admirar o lago, e ainda ter vista para a cachoeira.


Em um lugar especializado em trutas, com o reflexo da água, o sol batendo de leve e aquela trilha sonora sofisticada, a expectativa vai lá no alto!


O clima estava tão cinematográfico que só faltou o T-Rex, de um braço só, aparecer ao fundo para fazer um "dueto" com o saxofonista!

O Sr. Dias que se prepare, porque depois de hoje, o nível de exigência para os próximos passeios subiu dez degraus. Se não tiver solo de instrumento de sopro em frente a um cenário digno de cartão-postal, a gente nem desce do carro! 😅


Depois do almoço seguimos caminho rumo ao centro, mas no meio do caminho avistamos... uma placa!

Bastou um "Mirante do Cruzeiro" apontando o caminho, para o nosso espírito explorador assumir o volante. 


Lá de cima avistamos nosso próximo destino como quem olha um mapa vivo - a Fonte Santo Antônio.


Acredita-se que essa água tenha propriedades terapêuticas e seja benéfica para a saúde. Como não tinhamos copo, não bebemos.




Bem em frente a fonte fica a Praça do Artesão. O nome é uma promessa, mas como era uma quarta-feira, os artesãos deviam estar aproveitando bem longe de suas barracas, que só funcionam nos finais de semana.


Pena? Um pouquinho. Mas o destino, que não dá ponto sem nó, trocou o burburinho das compras pela paz de um jardim japonês, uma homenagem lindíssima à colônia local, só para nós.


E se não tinha barraca, tinha arte! A praça é praticamente a "casa" das obras de Odette Eid. As esculturas dela estão espalhadas por ali como se fizessem parte da paisagem, transformando nosso passeio em uma visita VIP a um museu a céu aberto.


Depois dali, pegamos o carro e seguimos para a Praça Boulevard Araucária, onde o aroma da gastronomia começa a flertar com a gente. É o verdadeiro "oásis" para quem já gastou as energias subindo mirante e batendo perna. Mas ainda estava cedo, os restaurantes ainda estavam abrindo, então decidimos continuar a sentir a cidade com os pés.


E como se a vista do mirante e o charme do Boulevard não fossem o bastante, a vida decidiu agraciar meu paladar de um jeito... inesquecível. Em meio a prateleiras de guloseimas, lá estava ele: o azeite mais maravilhoso da vida! 

O de limão siciliano — é um espetáculo de frescor, confesso — mas o de manjericão... ah, esse é o gol de placa! Ele não é só um tempero, é uma experiência sensorial que faz o de limão — coitado — parecer um mero figurante.


Minhas pesquisas de viagem já tinham me dado o veredito: a Oliq era parada obrigatória. Mas quem viaja com família sabe que o relógio e a estrada nem sempre jogam no nosso time. Ver a distância até São Bento do Sapucaí e encaixar um almoço por lá parecia uma missão impossível para a nossa logística atual, então ficou para a próxima.

Mas o universo, que já tinha nos dado o saxofone no lago para compensar o frio, resolveu facilitar as coisas, e no meio das lojinhas de Santo Antônio, lá estavam as garrafinhas que eu tanto queria!

Não fomos até o Oliq, mas o Oliq veio até nós (ou pelo menos o melhor dele!). 



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