** CONTINUAÇÃO DO DIA 30 DE JULHO DE 2025 **
Sabe aquele lugar que você namora pelo Instagram há anos? Pois é. O Jardim dos Pinhais Ecco Parque estava na nossa lista de desejos desde a viagem de 2022 para Campos do Jordão. Naquela época, Santo Antônio ficou só na vontade, mas dessa vez... ah, dessa vez a gente veio com tudo!
Depois daquele café da manhã "estratégico" (onde eu e o Sr. Dias tivemos que dividir cada gota de café como se fosse ouro líquido), partimos para lá!
O lugar é um lindinho elevado à décima potência. É aquele tipo de parque que faz você se sentir dentro de um quadro.
O cartão de memória da câmera que lute! Se o parque é lindinho, a gente vira fotogênico por insistência. Foram muitas fotos. Cada cantinho era um flash, um suspiro e uma pose. Foram tantos cliques que se a gente postar tudo, isso aqui vai virar um catálogo de botânica.
Caminhamos por jardins inspirados em paisagens do mundo inteiro. Tinha de tudo: jardm Japonês, jardim Italiano, jardim Canadense, flora exótica, trilhas guiadas e aquele cheirinho de natureza.
DINOSSAUROS: O setor dos dinossauros é aquele cantinho do parque que desperta a criança interior até de quem já passou dos 40...
A Bia pode não ser mais aquela criancinha que corre gritando "Dino!", mas o carisma daqueles bichinhos de pedra é irresistível.
Foi sessão de fotos no melhor estilo "National Geographic": Em vez de fotos fofinhas, o que tivemos foram fotos divertidas e épicas! Teve pose de "socorro, ele mordeu meu braço!", teve encarada com o Velociraptor e, claro, o Sr. Dias entrando na onda e quase levando uma mordida no bumbum para garantir o álbum da família mais corajosa de Santo Antônio.
O legal do Jardim Jurássico é justamente esse contraste: o cenário é todo arrumadinho e bucólico, e de repente... um T-Rex (de um braço só) surge no meio das plantas exóticas!
RESTAURANTE ARCO-ÍRIS:
Depois de gastar toda a energia (e quase toda a bateria do celular) no parque, a fome bateu com força. E como o destino ajuda quem planeja, caímos direto no Restaurante Arco-Íris, que fica ali coladinho Ecco Parque.
Sabe aquelas descobertas online que dão muito certo? O lugar é um espetáculo de beleza e aconchego. Ele não é apenas um restaurante, é praticamente um portal para o paraíso (com trilha sonora de luxo inclusa!)
Imagine o cenário: um lago de 3.000 m² cercado por ciprestes imponentes que fazem a gente se sentir em um filme europeu.
Agora acrescente um saxofonista tocando na beira desse lago, enquanto a gente degusta uma truta MA-RA-VI-LHO-SA!
Parece que os astros (e a agenda do restaurante) se alinharam perfeitamente! Escolhemos o dia exato, o único da semana, em que o lago do Restaurante Arco-Íris ganha uma trilha sonora digna de filme. Talvéz o destino estivesse mesmo querendo nos mimar depois da gélida madrugada em nosso chalé com crise de identidade.
Chegamos no restaurante e nosso maior dilema era escolher entre almoçar ao lado da cachoeira ou à beira do lago. É o tipo de "problema" que a gente quer ter todo dia, né? Escolhemos o meio termo. Ficamos em uma mesa onde conseguíamos admirar o lago, e ainda ter vista para a cachoeira.
Em um lugar especializado em trutas, com o reflexo da água, o sol batendo de leve e aquela trilha sonora sofisticada, a expectativa vai lá no alto!
O clima estava tão cinematográfico que só faltou o T-Rex, de um braço só, aparecer ao fundo para fazer um "dueto" com o saxofonista!
O Sr. Dias que se prepare, porque depois de hoje, o nível de exigência para os próximos passeios subiu dez degraus. Se não tiver solo de instrumento de sopro em frente a um cenário digno de cartão-postal, a gente nem desce do carro! 😅
Depois do almoço seguimos caminho rumo ao centro, mas no meio do caminho avistamos... uma placa!
Bastou um "Mirante do Cruzeiro" apontando o caminho, para o nosso espírito explorador assumir o volante.
Lá de cima avistamos nosso próximo destino como quem olha um mapa vivo - a Fonte Santo Antônio.
Acredita-se que essa água tenha propriedades terapêuticas e seja benéfica para a saúde. Como não tinhamos copo, não bebemos.
Bem em frente a fonte fica a Praça do Artesão. O nome é uma promessa, mas como era uma quarta-feira, os artesãos deviam estar aproveitando bem longe de suas barracas, que só funcionam nos finais de semana.
Pena? Um pouquinho. Mas o destino, que não dá ponto sem nó, trocou o burburinho das compras pela paz de um jardim japonês, uma homenagem lindíssima à colônia local, só para nós.
E se não tinha barraca, tinha arte! A praça é praticamente a "casa" das obras de Odette Eid. As esculturas dela estão espalhadas por ali como se fizessem parte da paisagem, transformando nosso passeio em uma visita VIP a um museu a céu aberto.
Depois dali, pegamos o carro e seguimos para a Praça Boulevard Araucária, onde o aroma da gastronomia começa a flertar com a gente. É o verdadeiro "oásis" para quem já gastou as energias subindo mirante e batendo perna. Mas ainda estava cedo, os restaurantes ainda estavam abrindo, então decidimos continuar a sentir a cidade com os pés.
E como se a vista do mirante e o charme do Boulevard não fossem o bastante, a vida decidiu agraciar meu paladar de um jeito... inesquecível. Em meio a prateleiras de guloseimas, lá estava ele: o azeite mais maravilhoso da vida!
O de limão siciliano — é um espetáculo de frescor, confesso — mas o de manjericão... ah, esse é o gol de placa! Ele não é só um tempero, é uma experiência sensorial que faz o de limão — coitado — parecer um mero figurante.
Minhas pesquisas de viagem já tinham me dado o veredito: a Oliq era parada obrigatória. Mas quem viaja com família sabe que o relógio e a estrada nem sempre jogam no nosso time. Ver a distância até São Bento do Sapucaí e encaixar um almoço por lá parecia uma missão impossível para a nossa logística atual, então ficou para a próxima.
Mas o universo, que já tinha nos dado o saxofone no lago para compensar o frio, resolveu facilitar as coisas, e no meio das lojinhas de Santo Antônio, lá estavam as garrafinhas que eu tanto queria!
Não fomos até o Oliq, mas o Oliq veio até nós (ou pelo menos o melhor dele!).