Hoje o dia começou com promessa de cruzeiro de luxo e terminou com a gente se sentindo no filme Náufragos!
Vamos para mais um dia de aventura em Aracaju!
A saga começou na Orla do Pôr do Sol. O plano era pegar um barquinho charmoso e relaxar na famosa Croa do Goré.
A BATALHA DO EMBARQUE:
Chegamos achando que seria tudo tranquilo. Que haveria um barqueiro super simpático que nos colocaria em uma embarcação e nos levaria até lá. Doce ilusão! A organização estava mais para "salve-se quem puder". Os barqueiros ignorando solenemente nosso trio e caçando grupos maiores.
Cansados da invisibilidade e de esperar o "milagre da multiplicação dos passageiros invisíveis", o Sr. Dias não deixou barato: "Vamos de passeio privado!". Viramos VIP´s no grito (e no bolso)! Pelo menos assim teríamos a lancha só para nós.
TOUR COMPLETO: O Bom, o Lodo e o Horroroso
Já que era pra ser VIP, vamos logo de tour completo!
Parada 1 - Ilha dos Namorados: Um nome romântico, um visual de cartão-postal, mas o chão... ah, o chão! Parecia que estávamos pisando em um quiabo gigante. Aquele lodo escorregadio transforma qualquer caminhada na água em uma patinação artística involuntária.
Parada 2 - Praia do Viral: Aqui o jogo virou! Um verdadeiro achado! Que delícia de lugar! Água morna, calma, sem ondas, vazio... um verdadeiro spa natural. Estava uma delícia, mas a ansiedade pela Croa do Goré falava mais alto. Mal sabíamos nós...
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| Nada de mostrar bumbum de biquini nesse blog |
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| Censura nos biquinis. :) |
Depois dessa "expedição" marítima conturbada, desembarcamos com aquela cara de quem sobreviveu ao Titanic, mas a vibe VIP não podia morrer! Fomos direto para o restaurante ao lado do cais para recuperar as energias.
A Bia atacou uma rodada de pastéis quentinhos. Para acompanhar, pedimos aquela porção caprichada de camarão ao alho e óleo para coroar nossa tarde de "náufragos de luxo". Mas, para completar o dia de perrengues, os camarões chegaram nos encarando! Sim, todos com cabeça, antena e tudo! Um verdadeiro "ecaaaa" coletivo... Para quem não é fã de ficar olhando nos olhos do almoço (ou de ter que "decapitar" o bichinho), receber o camarão assim, inteiro, não foi legal. A Bia não chegou nem perto deles, ficou só no pastelzinho, que é sucesso garantido e não tem olhos.
Mas ficamos ali sentados, sem pressa, tirando as cabeças dos nossos camarões, sem maré subindo no joelho e, o melhor de tudo: com os pés bem longe do quiabo gigante que habita o fundo do rio.
Até cogitamos a ideia romântica de esperar o pôr do sol ali mesmo na orla, mas o relógio marcava 15:30 e a paciência para esperar o sol decidir descer era pouca.
Então: "Bora para o nosso porto seguro!". Partimos para o nosso point diário, a Orla de Atalaia. Nada como um lugar que a gente já conhece e confia para curar o trauma da Croa "afundando" e dos camarões zoiudos!
O que será que nos aguarda amanhã?


















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