21 de dezembro de 2010

A VOLTA DE CURITIBA

Hora de voltarmos pra casa. Viajar é bom, mas a volta pra casa também é uma delícia! Estava louca pra dormir na minha caminha. :)

A volta começou tranquila. Paramos no Graal Petropen, próximo a Registro/SP, e visitamos a Aldeia Regius Petrius. Nessas horas eu volto no tempo e viro criança novamente. :)
O sol estava forte e o calor de rachar, por isso tiramos algumas fotos e voltamos correndo para o carro e seguimos viagem.

A medida que nos aproximávamos da cidade de São Paulo, o tempo ficava cada vez mais escuro. Quando chegamos no rodoanel, ela caiu, e com tudo! A chuva era tão forte que mal conseguíamos enxergar o carro da frente. Um verdadeiro horror!

Fiquei bastante assustada, principalmente quando um caminhão de combustível, que estava na nossa frente, começou a derrapar. Ave Maria... minha vontade era de nos teletransportar pra casa.

Diante de tanta chuva, não queríamos entrar em São Paulo, com medo de alagamentos, então seguimos em frente. O trânsito estava lento, muitos caminhões na pista, visão péssima, e como se não bastasse, de repente a luz de bateria acende no painel do carro. Desligamos tudo que podíamos (rádio, ar condicionado, farol) e continuamos.

Paramos em um posto da polícia rodoviária e perguntamos como poderíamos chegar na Dutra sem passar por São Paulo. Fomos aconselhados a seguir para Campinas e pegarmos a rodovia Dom Pedro I. Andaríamos bem mais do que se pegássemos a marginal em São Paulo, mas em compensação não ficaríamos parados no trânsito com aquela chuva. Ele disse que pela sua experiência, a marginal já deveria estar toda parada com aquela chuva. É claro que não pensamos duas vezes e fomos pra Campinas. Demos uma volta enooorme, mas acho que no final das contas valeu a pena. Dá uma olhada aí no mapa o que fizemos:

(clique na imagem para ver o mapa ampliado)

Logo adiante, a chuva que já estava forte apertou ainda mais, e seguir era praticamente impossível, então resolvemos parar no acostamento, o que muitos motoristas estavam fazendo.
De repente, ouvimos barulho de pedras caindo em cima do carro. Chuva de granizo! Era só o que faltava!

A chuva durou uns 10 minutos, no máximo. Quando começou a estiar, seguimos viagem.

Chegamos em Campinas debaixo de um tremendo sol. Parecia que tínhamos entrado em uma outra dimensão ou ido para um outro planeta.
Problema da chuva resolvido e o da bateria também, pelos menos a luz do painel não acendeu mais. Já podíamos respirar aliviados!

Chegamos na cidade por volta de 17:30, bem na hora do rush. Custamos a achar a tal rodovia Dom Pedro, mas a encontramos e finalmente chegamos na Dutra, na altura de São José dos Campos. Quando estávamos próximos a Taubaté, o trânsito começou a ficar lento. Como já estava escurecendo, resolvemos pernoitar por lá. Ficamos no San Gotard Palace Hotel.


O único quarto triplo que eles tinham disponível era um com 03 camas de solteiro. Ficamos assim mesmo, pois o quarto era bom, espaçoso, limpo e o hotel era perto da dutra!


Bem em frente ao hotel tem uma creperia, a Caffé di Sera & Creperia, onde jantamos um delicioso crepe salgado e um crepe doce de sobremesa. :)

20 de dezembro de 2010

PARQUE ESTADUAL DE VILA VELHA E PARQUE TANGUÁ

Apesar de Curitiba ter inúmeros lugares para conhecermos, resolvemos conhecer o Parque Estadual de Vila Velha, que é considerado o principal atrativo natural de Ponta Grossa/PR. Um lugar que sempre tivemos vontade de conhecer.

Saímos de Curitiba pouco antes das 09h. da manhã e chegamos no parque por volta de 10:20. A estrada que liga Curitiba a Ponta Grossa é a BR-376, e está em ótimas condições. Vimos muitos trechos em obras, mas nada que prejudicasse o andamento do trânsito, que fluiu normalmente.

Há dois pedágios no trecho, um de R$ 5,90 e outro de R$ 8,40 (o mesmo para a volta) e até um túnel.
Em um determinado ponto da estrada, conseguimos ver algumas formações. Sinal de que o parque estava próximo. :)
Um pouco mais a frente vimos uma placa indicando que a entrada do parque ficava a 2km.

Assim que chegamos fomos abordados por um funcionário que nos explicou que as visitas são divididas em 02 passeios diferentes. Um para Furnas e Lagoa Dourada, e outro para os Arenitos. Segundo ele, em 10 minutos sairia o passeio para furnas e lagoa dourada, enquanto o passeio para os arenitos sairia a partir das 13h.
Compramos ambos, claro! Já que estávamos ali, queríamos conhecer tudo.

O dia estava lindo, com um belo céu azul, e poucas nuvens!

Partimos em direção as Furnas. Chegando no local da 1ª furna, recebemos uma breve explicação de como elas se formaram e depois ficamos livres para as fotos.
As furnas são "poços de desabamento, depressões semelhantes a crateras, de formato circular e paredes verticais". ( - explicação retirada do site Mineropar - )

A primeira furna é a mais profunda, com mais de 100 metros. Nela há um elevador que está desativado há mais de 10 anos. Segundo o guia, seu peso poderia causar novos desabamentos.

De lá seguimos para a Lagoa Dourada, mas infelizmente não conseguimos conhece-la. Devido a chuva que havia caído dois dias antes, seu nível subiu e ela transbordou, deixando o caminho todo alagado.

Seguimos de volta para a sede do parque, onde aguardaríamos o horário para o segundo passeio - Arenitos.

O céu já não era mais o mesmo de quando chegamos. Muitas nuvens começavam a aproximar-se do parque.
Quando chegamos no início da trilha dos arenitos, o sol já estava coberto pelas nuvens. Recebemos as instruções do que é proibido, como subir nas formações, sair da trilha, alimentar animais, etc.., e seguimos.

A primeira formação que avistamos é a do camelo!

Todas as formações têm uma placa com um desenho da imagem.

Seguindo a trilha, chegamos até a garrafa. Nessa altura o céu já está quase todo tomado pelas nuvens, e já podíamos sentir alguns pequenos pingos.
Mais adiante avistamos o índio (de perfil). E foi aí que a chuva começou a cair forte.
Tivemos que guardar as máquinas fotográficas. A única câmera que ficou na mão foi a Olympus 550WP, que é a prova d' água. O Sr. Dias sugeriu de ficarmos abrigados embaixo de uma pequena árvore até que a chuva parasse, ou voltássemos para o início da trilha, mas eu achei melhor seguirmos, pois ela parecia que não ia parar tão cedo, e eu queria conhecer tudo, até o final! Sendo assim, seguimos a trilha.

Passamos por outras formações, não tão interessantes, até chegarmos na bota.
É impressionante a semelhança das formações com as coisas.

E mais adiante, no final da trilha, chegamos a mais famosa formação - a taça!
Pena que a chuva tenha atrapalhado nosso passeio. Por causa dela tivemos que fazer o percurso praticamente correndo, com medo que nosso equipamento fotográfico estragasse, e assim não tivemos tempo de contemplar as formações e nem de conhecer o bosque.

Com certeza quero voltar uma próxima vez para visitar somente os arenitos, pois achei o passeio para as furnas muito chatinho. Se o elevador ainda estivesse funcionando, acho que o passeio se tornaria mais interessante.

Na volta para Curitiba, o sol voltou a brilhar. Vai entender... :)

Informações Gerais:
Distância - aproximadamente 78km de Curitiba e 23km de Ponta Grossa.
Horário de visitação - Das 08h às 17:30 (sendo que a bilheteria fecha às 15:30)
Valores - Furnas e Lagoa Dourada - R$ 8,00 / Arenitos - R$ 10,00.
- Estudantes com carteirinha e moradores de Ponta Grossa com comprovante de residência (conta de luz, água ou título de eleitor) pagam MEIA-ENTRADA.
- Pessoas acima de 60 anos, crianças até 06 anos e portadores de necessidades especiais são ISENTOS DE ENTRADA.
Atenção - O parque fecha às terças-feiras para manutenção.
Importante - Ir de tênis, levar água e máquina fotográfica (de preferência com uma lente grande angular).
Telefone - (42) 3228-1138 / 3228-1539


Em Curitiba...

Passamos no hotel para trocarmos a roupa molhada, e para minha surpresa, o quarto continuava do jeito que o havíamos deixado pela manhã: cama por fazer e cesto de lixo cheio.
O hotel perdeu mais um ponto comigo! Quando voltar a Curitiba, certamente não me hospedarei nele novamente.
Mas o tempo era curto e só tínhamos mais algumas horas para conhecermos mais algum ponto turístico de Curitiba, então deixamos essa situação de lado e seguimos para o Parque Tanguá.
Já passava das 17h. e o sol estava numa posição desfavorável para fotografar a parte alta do parque, devido as sombras, mas conseguimos fazer alguns registros.

O parque está numa área de 235 mil m², e foi construído onde existia uma pedreira. Possui dois lagos, um túnel artificial, ciclovia, lanchonete, sanitários, lojas e um mirante.

Na área superior está o Jardim Poty Lazzarotto, nome dado em homenagem a um artista local.

Infelizmente só conhecemos a parte superior, por causa do horário.

Informações Gerais:
Endereço - Rua Dr. Bemben, no bairro Pilarzinho.
Visitação - Diariamente das 06h às 20h.
Valor -
Entrada gratuita
Importante - Amplo estacionamento no local.



Como a fome estava apertando, resolvemos jantar no Park Shopping Barigui. Sua decoração de natal estava uma gracinha, só de ursinhos.
Fechamos a noite no Hot Zone. O Maurício adorou! :)

Amanhã voltamos pra casa.

19 de dezembro de 2010

CURITIBA - A IDA

Acordamos cedo e partimos em direção a Curitiba. Nosso plano era deixar as coisas no hotel e ir para algum ponto turístico, afinal, não podíamos perder tempo, já que ficaríamos na cidade somente por 02 noites.

JustificarMas antes de chegarmos a Curitiba, demos uma paradinha em um posto BR, junto a um restaurante do Grupo Sinuelo, no km 71 da BR 101, na altura de Araquari/SC, onde um enorme barco nos chamou a atenção.

Chegando lá descobrimos que se tratava da réplica de uma Nau da frota portuguesa que chegou ao Brasil em 1500, e que ela estava dentro de um parque temático chamado Memorial do Descobrimento. O parque está em uma área de 56.000 m², e foi construído em comemoração aos 500 anos do Brasil.
O lugar é bem bacaninha. Além da Nau, no local há pedalinhos, uma trilha ecológica com pés de acerola (que por sinal estavam carregados), e algumas aves como pavão, galinha d'angola, peru, faisão, ganso, etc.

Há também algumas mudas de Pau-Brasil e uma aldeia guarani.

Valores:
Somente visitação: R$ 3,00 (adultos) e R$ 1,50 (idosos e estudantes)
Visitação + passeio de pedalinho: R$ 5,00 (adultos) e R$ 2,50 (idosos e estudantes)



Chegando em Curitiba...

Ficamos no Hotel Lira. Minha sogra, que já havia ficado nele quando os meninos eram pequenos, nos recomendou. Eu, particularmente, não gostei e não recomendo. Achei o quarto apertado, a janela não tinha vista, ficava de frente para um paredão, o banheiro era tão pequeno que tínhamos que fazer contorcionismo para abrir e fechar a porta. Mas como o tempo era curto e ainda queríamos visitar algum ponto turístico, não tínhamos tempo para procurar um outro hotel e acabamos ficando por lá mesmo, afinal, ficaríamos somente 02 noites.
Deixamos as coisas no quarto e saímos a procura do Jardim Botânico. Não foi difícil encontra-lo. Pelo horário, já passava das 15:30, achei que fosse estar vazio, mas que nada! Estava super cheio.
Achei o lugar lindo e super bem cuidado. E o melhor de tudo, é de graça! O Jardim Botânico aqui do RJ a gente paga para entrar e para estacionar.

A estufa tem dois andares e é repleta de plantas. Confesso que até fiquei surpresa com a quantidade de plantas existentes em seu interior. Tem até uma cascata!

Andar na estufa foi um problema, já que o piso é cheio de buraquinhos e eu estava com um sapato de saltinho. Era um salto mínimo, mas que prendia nos buracos. Tive que andar na ponta dos pés, por isso recomendo a quem for visitar o local, o uso de um tênis ou um calçado sem salto. :)
O espaço cultural Frans Krajcberg, que abriga exposições, estava fechado para reformas.

De lá fomos jantar no Shopping Curitiba e depois seguimos para o hotel para uma boa noite de sono. :)