6 de março de 2026

RIR PRA NÃO CHORAR - NOSSA CHEGADA EM SANTO ANTONIO DO PINHAL

 ** CONTINUAÇÃO DO DIA 29 DE JULHO DE 2025 **


É, parece que o nosso plano de ser a "família fitness" que faz tudo a pé foi ladeira abaixo — ou melhor, ficou lá no pé da subida. 

Bora atualizar o diário de bordo com esse choque de realidade.

A CHEGADA:
Chegamos em Santo Antônio do Pinhal por volta das 17h. A expectativa era deixar o carro na garagem, sentir a brisa no rosto e caminhar calmamente até o centro, todos os dias, como se estivéssemos em um comercial de margarina.

A realidade: Olhar para a inclinação da rua e perceber que, para subir aquilo a pé, precisaríamos de cordas, balão de oxigênio e, talvez, uma ambulância de plantão.

Conclusão: O carro vai trabalhar mais do que o esperado. Nossas pernas e pulmões agradecem!


O CHALÉ
Mas nem tudo está perdido. Pelo menos o chalé é uma gracinha. Tem aquele charme de montanha que a gente adora... (mas mal sabíamos o perrengue que seria dormir nele). O problema? Parece que o chalé tem "microclimas independentes" : o Alasca no térreo e o Saara no mezanino. 



Sim, enquanto a Bia ficava lá em cima vivendo um verão fora de época, suando e quase pedindo um picolé, nós no andar de baixo lutávamos contra o frio polar.

Isso porque alguém achou que seria uma ótima ideia instalar o ar-condicionado (quente/frio) estrategicamente no andar de cima. 

Relembrando as aulas de Física: O ar quente, sendo teimoso e leve, sobe e se recusa a descer para visitar quem está embaixo.

Com isso, lá embaixo, onde ficava a nossa cama gigante e maravilhosa, o ar quente era apenas uma lenda urbana. 

Que perrengue, hein! A ladeira a gente sobe de carro, mas o frio dentro de casa é um adversário mais difícil de combater. 

Mas só descobrimos isso na hora de dormir. Por enquanto, com exceção da ladeira, tudo estava as mil maravilhas. E antes que a noite caísse de vez sobre a serra, batemos ponto no Mirante e na Igreja São Benedito.


Com o anoitecer, a temperatura caiu, mas a nossa disposição para explorar a gastronomia só subiu!

A regra é clara — se tem montanha, tem que ter cerveja artesanal! Não dava para passar a primeira noite em Santo Antônio sem brindar à nossa chegada. Um brinde ao malte, ao lúpulo, a serra e as férias!


O centrinho de Santo Antônio tem aquele clima de "cidade do interior" que abraça a gente. Jantamos cercados por um baita frio (de sair fumacinha da boca), mas aproveitando cada detalhe desse clima serrano.


Com o estômago forrado e a cerveja artesanal devidamente degustada, voltamos para o chalé para nossa "primeira noite de sobrevivência". Mas isso vai ficar para o próximo post.



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