Nosso voo de Buenos Aires a El Calafate atrasou uma hora. O pior é que o embarque foi feito no horário, mas de acordo com o piloto, o trânsito aéreo estava grande e por isso ficamos 1 hora dentro do avião aguardando a autorização para decolar.
Decolamos às 13h:05min e chegamos em El Calafate às 16h. O aeroporto daqui é minúsculo! Juntou o pessoal que desembarcou com os que iam embarcar no avião que viemos (que estava indo para Ushuaia), e já lotou o saguão do aeroporto. :)Seguimos de táxi até a Hosteria Sir Thomas. A proprietária - Gabriela - foi quem nos recebeu. Aliás, muito simpática!
O quarto é pequeno, mas confortável e limpo! Sentimos falta apenas de um frigobar para colocarmos água.
Às margens do leitoso Lago Argentino, El Calafate guarda o portal para um mundo de cristal. Ali, o Glaciar Perito Moreno repousa como um gigante adormecido que, de tempos em tempos, suspira em estrondos de gelo azul. É uma cidade de luzes suaves e jardins de calafate — o fruto que, segundo a lenda, garante o retorno de quem o prova. É onde o frio não castiga, mas abraça, transformando a paisagem em uma pintura viva de branco e cobalto.
Depois de acomodados fomos fazer o reconhecimento da cidade. A hosteria fica no centro, a duas quadras da rua principal.
Fomos a uma pracinha que passamos quando estávamos no táxi indo para a hosteria. Nela há uma espécie de mirante que, é claro, nós subimos.






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