** DIA 30 DE JULHO DE 2025 **
Depois de uma noite digna de um documentário do National Geographic sobre os extremos climáticos da Terra, finalmente a hora do café da manhã!
A Bia, tadinha, deve ter acordado várias vezes durante a noite achando que estava no Nordeste, e não na serra.
Lá no chalé a dinâmica era a seguinte: no dia anterior, o anfitrião mandava a lista das iguarias e nós fazíamos nossas escolhas para o desjejum do dia seguinte. Escolhíamos também o horário para a entrega da nossa cesta. Era quase um exercício de autoconhecimento: escolher as iguarias na véspera é uma responsabilidade enorme! Você ali, preenchendo a lista, tentando prever quanta fome teria na manhã seguinte.
O lado bom é o frescor de um bolo que parece ter saído do forno do anfitrião direto para a sua mesa. É saber que tudo ali foi preparado, e separado, exclusivamente para você e sua família. É o "afeto comestível".
Era simples? Sim. Variedade de hotel cinco estrelas? Não. Mas o simples, quando é fresco e vem com carinho, vira banquete de rei!
Mas precisamos dizer que nem tudo são flores no paraíso matinal. Houve um pequeno erro de cálculo logístico por parte do chalé: a dosagem de cafeína.
Para dois apreciadores de café, a quantidade servida era praticamente uma "amostra grátis". Olhávamos para o fundo da xícara como quem procura água no deserto. Um golinho para despertar, outro para processar a ladeira... e pronto, acabou!
Ficamos ali, eu e o Sr. Dias, trocando olhares de "será que se pedirmos mais, eles cobram o aluguel de novo? Será que se marcarmos vários "X" na listinha, na opção do café, eles mandam mais amanhã?"
Dúvidas que ficarão no ar, pois no fim das contas, de barriga cheia e coração aquecido (mesmo que com pouca cafeína), depois do café da manhã estávamos prontos para encarar o dia.




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