5 de março de 2026

DE CAPIVARI AO TOPO DO MUNDO - Nosso 1º dia

 ** DE 27 À 30 DE JULHO DE 2025 **


Campos do Jordão, a cidade que desperta como um segredo sussurrado pelo vento entre as araucárias, foi o local escolhido, mais uma vez, como nosso próximo destino para as férias de inverno desse ano. 

Nosso "check-in" na Suíça Brasileira começou daquele jeito: malas no hotel (que é tão perto do centro que se eu tropeçar, caio dentro de um fondue) e direto para a missão principal: comer!

Almoçamos em um restaurante tão charmoso que tinha até um saxofonista dando trilha sonora para a nossa fome. Me senti em um filme de romance, só faltou o cachecol de seda e o sotaque europeu!


Depois, fomos bater perna por Capivari. A Praça é o lugar perfeito para ver a vida passar e fingir que o frio não está congelando a ponta do nariz.

Apesar do preçinho "salgado", decidimos ver Campos do alto da Sky Campos, a roda gigante que fica bem no centro do parque Capivari. A vista é incrível, mas o frio lá em cima é "raiz"! É aquele momento em que você reza para o vento não soprar, mas a foto compensa cada arrepio.



Depois de várias voltas na Sky Campos, como bons turistas raiz, fizemos a maratona do "corre que vai fechar!". Faltava 30 minutos para o encerramento da feirinha, então passamos apressados pelo túnel de guarda-chuvas (clichê necessário e fofíssimo!).


Vimos algumas lojinhas baixando as portas? Vimos. Mas a gente volta, porque o espírito consumista não descansa!

Para fechar com chave de ouro nosso tour pela feirinha, aquela foto clássica no Coração Gigante porque, se não tiver foto brega e fofa, a viagem nem valeu. 


Depois do momento "modelo no coração gigante", o frio resolveu mostrar quem é que manda na Mantiqueira. Voltamos para o Parque Capivari com uma missão: aquecer o corpo e a alma!

A nossa estratégia de sobrevivência foi dividida em três frentes:

Bia: Foi no clássico chocolate quente, porque se não sair com bigode de chocolate, você não foi para o frio.

Eu: Apostei no vinho quente (que aquece de dentro para fora).

Sr. Dias: Raiz que é raiz não abandona a cerveja artesanal nem se o termômetro marcar negativo. Ele que lute com o gelo no copo! 


Ficamos ali, instalados no frio congelante, observando o vai e vem das pessoas (cada look de inverno mais elaborado que o outro!), jogando conversa fora e rindo da nossa própria coragem de estar ali sentados enquanto o nariz começava a virar picolé.




Resumo do dia: 20% de frio, 30% de risadas e 50% de "olha que lugar bonitinho!"



E isso é só o começo! Amanhã tem mais!


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