5 de novembro de 2019

FORTALEZA

Mais uma viagem pra fila do blog. 😁😊
Dessa vez nosso destino foi Fortaleza e arredores.
Aguarde.

27 de julho de 2019

7º DIA EM SANTIAGO - MIM

O sétimo dia chegou e, para fechar com chave de ouro, trocamos a contemplação do templo e a calmaria do parque pela ciência! Se o MIM (Museo Interactivo Mirador) fosse um filme, o título seria: "Socorro, Quero Apertar Todos os Botões!"

Preparem o fôlego, porque nossa despedida de Santiago foi eletrizante (literalmente!)



INTERATIVIDADE:
Para o nosso último dia, guardamos uma surpresa que deixou todo mundo de queixo caído. O MIM é um lugar espetacular! 


Sabe aquele tipo de museu onde a regra número um é: "É PROIBIDO NÃO TOCAR"? Pois é, o paraíso da Bia (e o nosso também, vamos confessar)!

Antes mesmo de entrar, a gente já estava tropeçando em experimentos! É como se o jardim tivesse ganhado vida própria.



Foi o "boas-vindas" perfeito. Ficamos ali, naquele pátio enorme, sentindo que Santiago estava nos dando um presente de despedida: um espaço onde a curiosidade não tem limite de idade.


CIÊNCIA, CAOS E GARGALHADAS:
Ficamos todos — eu, Sr. Dias e Bia — genuinamente encantados. O museu é um labirinto de interatividade que faz a gente questionar por que as aulas de física na escola não eram assim.


A Bia, em êxtase, corria de uma sala para outra como se tivesse descoberto o centro de comando do universo. De experimentos com bolhas de sabão gigantes a simuladores de terremoto (muito apropriado para o Chile!), ela não queria deixar passar nada.






O Sr. Dias, que adora uma tecnologia, ficou fascinado com os mecanismos. Eu me peguei rindo e testando as ilusões de ótica como se tivesse a idade da Bia. Ficamos surpresos com o tamanho e a qualidade de tudo; é aquele tipo de lugar que você entra achando que vai ficar duas horas e, quando vê, o dia já voou!




Como se não bastasse toda a ciência, as bolhas gigantes e os experimentos que fazem o cabelo arrepiar, o destino (ou os arquitetos chilenos maravilhosos) colocou um parquinho bem ali no pátio!




Ver a Bia brincando ali, com a Cordilheira ao fundo, foi de encher o coração.



Foi o fechamento perfeito para a nossa jornada. Saímos de lá com a cabeça fervilhando de curiosidade e o coração apertado por saber que era nosso último dia, mas com a certeza de que Santiago nos entregou tudo: história, neve, bichos gourmets e, por fim, uma aula de diversão em família.

Já queremos voltar!

26 de julho de 2019

6º DIA EM SANTIAGO - DO TEMPLO AO SHOPPING

 ** DIA 26 DE JULHO DE 2019 **

Continuamos motorizados e prontos para desbravar os contrastes de Santiago. O sexto dia foi uma mistura perfeita de paz espiritual e luzes urbanas.

PAZ NAS ALTURAS:
Nossa primeira parada foi o Templo Bahá’í. Que construção, meus amigos! Parece uma flor de mármore e vidro prestes a desabrochar na cordilheira. É aquele lugar tão bonito (e silencioso) que você tem vontade de pedir perdão até pelos pecados que ainda nem cometeu.

Tiramos fotos dignas de capa de revista e garantimos nossa cota de paz interior para o resto do ano. O silêncio era tanto que dava para ouvir o Sr. Dias pensando no que ia comer no almoço (algo que não atacasse seu estômago, que ainda estava frágil). Até a Bia entrou no modo zen (por uns minutos!). 


Se o Sr. Dias achou que o drone fez tudo ontem, hoje o dedo no obturador não descansou. Aquela arquitetura nos deixou encantados. A vista de Santiago lá de cima é de purificar qualquer alma cansada. Saímos de lá leves, flutuando como nosso drone!








PASSEIO NO PARQUE:
Saímos do transe místico e caímos no verde do Parque Bicentenário. Se Santiago tem um "quintal" elegante, é esse!

Ele é o queridinho de Vitacura por um motivo: é o lugar onde a gente se sente em um filme, mas com figurantes de penas cor-de-rosa!


Sim, os flamingos! Eles ficam ali, naquela pose de quem está equilibrando o mundo em uma pata só, fingindo que não estão nem aí para a gente... até que aparece comida!

A Bia, inclusive, virou a melhor amiga deles!

E não eram só os flamingos. No lago ao lado, os cisnes-de-pescoço-preto e os peixes faziam um alvoroço digno de liquidação de shopping cada vez que ela jogava um petisco.


E não pense que lá é aquela bagunça de jogar migalha de pão velho para os bichinhos, não! Lá existe o "Suporte Master de Ração", onde cada espécie tem seu "cardápio próprio". 


Será que a ração dos flamingos tinha beterraba para manter o seu rosa?



Passeamos sem pressa, admirando cada cantinho do parque.  É o lugar perfeito para quem gosta de bater perna sem o caos do centro.


E é claro que não podia faltar o parquinho, que é parada obrigatória! É uma satisfação ver a alegria da Bia nesses momentos.


Nota da Mamãe: Santiago tem mais parquinhos por metro quadrado do que o Sr. Dias tem de paciência para esperar a gente sair da frente do espelho no hotel.

É impressionante como coisas simples, como um escorregador bem cuidado, fazem a felicidade dos pequenos! 


Enquanto a Bia gastava energia, a gente aproveitava o visual impecável do parque. Santiago sabe mesmo como mimar uma criança (e deixar os pais descansarem um pouquinho)!



PERNAS PRA QUE TE QUERO!
Voltamos para o hotel, tomamos um banho pra tirar a poeira e aposentamos o carro na garagem. Afinal, Santiago à noite pede uma caminhada!

Nosso destino foi o Patio Bellavista. Aquele lugar é puro movimento, cores e sabores — o lugar ideal para um jantar animado.


O BALÉ DO CHAFARIZ, FINALMENTE:
Na volta, passamos pela Plaza de la Aviación e... HABEMUS LUZES! Aquele chafariz que nos ignorou no primeiro dia resolveu dar um show particular. Vimos as águas dançando com luzes coloridas contra o céu escuro. Finalmente a foto noturna aconteceu! 



O GRAND FINALE:
Vocês acham que o cansaço bateu? Nada disso! Com as energias (misteriosamente) renovadas pelo jantar, decidimos que a noite ainda era jovem e seguimos firmes e fortes até o Costanera Center.

Fechar a noite caminhando em direção ao prédio mais alto da América Latina é o tipo de "rolê" que só quem tem espírito de explorador encara com um sorriso no rosto.

O que será que nos aguarda amanhã?


25 de julho de 2019

5º DIA EM SANTIAGO - VIÑA DEL MAR

 ** DIA 25 DE JULHO DE 2019 **

Nosso quinto dia começou com um upgrade: GANHAMOS RODAS! Alugamos um carro com a nobre intenção de desbravar o litoral chileno. O destino? A dupla dinâmica Valparaíso e Viña del Mar.

Mas, como o "padrão da família" é o ritmo próprio (saímos tarde do hotel, por volta das 11h), olhamos para o relógio, olhamos para o mapa e decidimos: Valparaíso, você fica para a próxima! Minhas pesquisas já diziam que a cidade é para ser gasta no sapato, subindo ladeiras e admirando a arte de rua. Para não fazer nada correndo, focamos as energias em Viña del Mar.

Chegamos à "Cidade Jardim" e o Pacífico já nos deu as boas-vindas. 


Mas antes de qualquer coisa, a prioridade máxima: um brinquedo! A Bia, claro, não deixou passar. O problema é que o relógio já marcava mais de meio-dia e o coro das barrigas roncando estava mais alto que o barulho das ondas. Hora do almoço!



Depois de abastecer as energias, seguimos nossa caminhada pela orla. Mas o destino nos colocou diante de uma pracinha recheada de brinquedos. Resultado? Bia saiu em disparada para explorar cada escorrega e balanço.


Enquanto isso, Sr. Dias viu a oportunidade perfeita e colocou o drone para trabalhar, capturando a paz (e a agitação da Bia) lá do alto.



Eu fiquei ali, sentada, naquela esperança clássica de mãe: "Daqui a pouco ela cansa e a gente segue". Spoiler: Ela não cansou. Tivemos que usar nosso poder de persuasão para tirar a pequena de lá!

Depois da pracinha, o roteiro seguiu um ritmo clássico: Playa Acapulco, Muelle Vergara e Playa El Sol.


Primeira Praia
Caminhamos até a Playa Acapulco sob um sol radiante que, honestamente, era pura propaganda enganosa. O frio cortava, mas o visual era de tirar o fôlego. Vimos alguns corajosos (ou seriam pinguins disfarçados?) na água, mas nós mantivemos nossos pés bem quentinhos dentro dos sapatos. Do Pacífico só queríamos a brisa (e algumas fotos)!



Continuamos nosso desfile até chegarmos ao Muelle Vergara, o icônico píer. O vento no rosto e aquele clima de cidade litorânea que a gente ama. 




Segunda Praia:
Seguimos para Playa El Sol, onde o Sr. Dias aproveitou para mais um "voo de reconhecimento" com o drone. 


Momento Cultural (quase!): Fomos até o Museu Fonck. Passamos por lá para dar um "oi" para o Moai original da Ilha de Páscoa que fica na frente. Não entramos porque o relógio (sempre ele!) já estava avisando que o museu ia fechar, mas a foto externa já valeu o registro.


Antes de pegarmos a estrada de volta para Santiago, paramos no famoso Relógio de Flores. E foi ali que o universo nos compensou pelo atraso da manhã. Pegamos aquela "hora mágica":


O sol começou a se despedir, pintando Viña del Mar com tons de laranja e dourado. As flores pareciam brilhar e o ar frio de repente ficou mais poético. 



Foi o fechamento perfeito para um dia que não seguiu o plano, mas teve exatamente o que a gente precisava: leveza, sorrisos e muitas memórias criadas em família.

Pegamos a estrada de volta para Santiago com o coração leve e a câmera cheia de registros.


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